Hamburgueria Gourmet - Café do Rio em Lisboa

7,6

Basado en 101 opiniones encontradas en 1 webs


tendência

1.302
De 6.532
em Lisboa
125
De 439
de cozinha Portuguesa em Lisboa

Pontuação e opiniões

Opiniões Nota
TripAdvisor 2031 9.2
Opiniões Nota
Las hamburguesas son al plato (sin pan). Están realmente deliciosas, así como los entrantes. Te sirven la comida con patatas fritas caseras y ensalada, además de 2 salsas caseras muy ricas. Para repetir
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29 Março 2025
10,0
Siendo celíaco, usé la aplicación 'Find Me Gluten Free' para encontrar algunos restaurantes para nuestros días en Lisboa. No es necesario ser celíaco para disfrutar de una comida en Café do Rio, mi esposa realmente disfrutó de la comida también. Compartimos un entrante de nachos calientes con queso y dip y luego tuvimos una hamburguesa cada uno, que era encantador. . La mayonesa casera y salsa de tomate fue un buen toque. . Tuvimos unos postres encantadores también y un poco de té helado casero. . . todo fabuloso. . disfrutar (disfrutar, celíaco o no)
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15 Fevereiro 2025
8,0

Restaurantes semelhantes em Lisboa

7,6
113
Opiniões

Pastelaria Brasil

31/03/2025: A Pastelaria Brasil é, a bem dizer, uma pastelaria & snack-bar & restaurante-tasca como poucos sobram nesta Lisboa turistificada, gentrificada e especulada até ao tutano. Pequena, familiar, típica lisboeta, com 4 pesssoas de um carácter excecional (a real gem to know) a trabalhar todos os dias com uma enorme qualidade para servir às pessoas que por lá passam e param um pouco de casa, com comida a sério de tacho, grelha e panela. Os sabores dos petiscos são familiares e acolhedores, os doces regionais que adquirem a produtores locais são frescos e saborosos e evocam memórias de Aveiro, de Belém, ou de Sintra... As e os trabalhadores que ali tomam café à pressa, ou devagar, sozinhos e acompanhados, têm um lugar. As e os afoitados à hora de almoço têm uma refeição rápida, boa e decente a um preço (mais) justo, como já se repete por aqui. São de todas as cores e origens... distantes ou mais próximas. Aquele "local", aquelas e aqueles "locals". Também os estrangeiros do Norte Global reconhecem isso. Os mais atentos à Vida, pelo menos. Ao Outro e à sua cultura mesclada, que viajam para Lisboa não porque está na moda, mas porque querem Conhecer. Mais. Perceber. Mais. E sentir. O mesmo que nós, nem que seja por 12 minutos e 59 segundos, enquanto se sai de um elétrico 28 a abarrotar de turistas iguais a si próprio e se entra noutro para sacar mais umas fotos para o instagram, com uma empada na boca ou uma lemony custard tart 'páshtel dé ná ta'... Ou se alonga para um petisco, ou peixe grelhado, ou bitoque, os pais debruçados em mapas e as crianças... a ser crianças, com fruta e doces caseiros para sobremesa. Sentir o mesmo que nós, que vivíamos aquela Cidade a tempo inteiro, em cada esquina... Nós que por ali crescemos em algum período das nossas vidas, essas que estão a ficar cada vez mais minúsculas porque cada vez mais distantes, segregadas e afastadas do que nos era mais comum e partilhado. Espartilhados. Cada vez com menos lugares onde nos juntarmos sem nos sentirmos estrangeiros na nossa própria cidade. Já sem cafés de bairro de famílias auto-gestionárias e de pequenos comerciantes, tomar uma bica normal no ecossistema habitual de antes é a pièce de résistance. Ridículo. A perda parva e antecipável dos mecanismos prosociais emergentes de lugares que combinavam tradição e inclusão, e que delimitavam uma certa fronteira de justiça partilhada. As duas mesas de esplanada no passeio movimentado eram uma pequena trincheira, garantindo um miradouro próprio e em conta para vivermos a cidade de antes. O nosso último reduto de direito à Cidade e ao Lugar. Vai-se, foi-se, não sobreviveu à investida do investimento direto estrangeiro e à gananciazinha cega de quem só quer saber do seu umbigo e arrasa a economia, identidade e cultura local, qual bulldozer na floresta a plantar o mesmo cereal. Mas alguém colheu os benefícios da acumulação de capital a destruir a capital. A destituir o pessoal. Somos agora ruas descaracterizadas e desfiguradas, que fora a arquitetura e a calçada, excluindo o património físico que se escolheu preservar, poderiam existir em qualquer outra coordenada GPS com níveis de atração turística elevados e desregulamentação habitacional e comercial. Somos aquele lugar como qualquer outro... tenho saudades de sermos diferentes. Não quero ser turista na minha cidade, cidade onde já não moro, cidade que já não namoro. Chutada para a periferia, como a maioria. Adeus Brasil, adeus Lisboa. O barco foi de saída e já não volta. Obrigada Madre Cristas e Moedas... nos bolsos dos 1% mais ricos. Dos que ficam sem acesso, diz que é o preço do sucesso. E que a culpa é dos imigrantes. Quem vem para sobreviver não tem culpa de querer viver. Quem se elege para nos f#$%r, destrói-nos com o seu poder. 10 anos bastam para destruir uma cidade. Quantos anos para a restituir? Adeus Brasil, adeus Abril. Obrigada por terem resistido até agora.
05/03/2025: Extremamente acolhedor. Pratos simples, mas deliciosos, a preços imbatíveis. E doces excelentes.
7,6
175
Opiniões

The Lingerie Restaurant

23/03/2026: Muito divertido! A comida é boa e o espetáculo é incrível. O anfitrião é muito engraçado e o ambiente é bom, embora ache meio estranho as mesas estarem tão perto ou coladas. Óptima experiência!
01/03/2026: Melhor impossível, tudo fantástico a repetir com toda a certeza. Fantástico soberbo 🥰

Como chegar ao restaurante

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