14/06/2026: Excelente comida caseira e ótimo serviço; educado, simpático e eficaz.
Uma das minhas “tascas” preferidas de Lisboa.
07/06/2026: Hoje passados estes anos só posso acrescentar ao meu comentário anterior o seguinte.
Há restaurantes onde se come bem. E há o Pirilampo, onde a comida caseira é tão boa que já não é só uma refeição – é uma questão de fé e de perdição.
Todos os pratos são excepcionais. Os filetes de pescada com arroz de grelos são do melhor que alguma vez já comi. Mas a cabidela de galinha, o arroz de frango c/ farinheira , ou de polvo, o pato assado no forno, a vitela estufada, iscas, ensopados, todas as variantes porco e pratos do dia. Açorda e o caril de gambas, os jaquinzinhos com o mal fadado arroz de grelos ou feijão, o choco, as ovas, todo e variado peixe, feijoada, bife…, todos os pratos são de nos fazer subir ao céu. No meu caso é diferente. Eu, infelizmente (ou felizmente), caí no maior de todos os pecados: a gula. A cada garfada, percebo que o meu destino já estava traçado: o inferno. Mas sabem que mais? Espero que lá possa encontrar uns compinchas que tenham o mesmo prazer que eu. E, já agora, que os responsáveis por estas maravilhas gastronómicas – as Senhoras da cozinha do Pirilampo – possam, ao menos, cozinhar assim no purgatório, que serve as refeições para cima (céu) e para baixo (inferno). Quanto mais não seja, para expiarem os seus pecados… e, com sorte, acabarem no céu. Porque ninguém que nos brinda o palato assim, merece arder sozinho.