A melhor experiência para quem quer provar comida portuguesa autêntica num ambiente acolhedor. A Herminia e a sua família são anfitriões maravilhosos e a sua comida fantástica é como um abraço caloroso. Recomendo vivamente!
Arno De Greef
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14 Setembro 2026
10,0
É preciso dizer que não se trata de um restaurante conforme estamos habituados a imaginá-los, com a porta aberta, prato do dia a bom preço, cardápio com preços marcados, etc. É uma casa onde se come, muito bem, produtos locais, de alta qualidade e confeccionados de forma tradicional, sem artifícios nem concessões à "cozinha internacional". Fica fora da estrada principal (que é já de si pouco movimentada, a caminho do alto do Marão), num caminho sem saída, que não leva a lado algum. Não passa ali ninguém. Portanto, é preciso conhecer e reservar o que se quer comer dentro da escolha oferecida pela proprietária. Ou então chega-se lá quando se está perdido, quando o restaurante que se procurava está fechado e o Google nos oferece esta alternativa, perdida (é mesmo o termo) nas alturas da Serra do Marão. Daí para a frente corre tudo bem. Está-se em casa, não num restaurante, e em casa de família, com a Dona Hermínia a desempenhar o papel de anfitriã, simpatiquíssima, genuína, a gostar do que faz e a partilhar isso com os visitantes, que recebe calorosamente como amigos. Não é uma pessoa que para ali ficou, esquecida, no meio da serra... é, antes, uma pessoa que tem perfeita consciência do que é o mundo moderno mas que prefere o seu, com a paz, a autencidade e os grandes horizontaes que partilha connosco na sua sala de jantar.
Jorge Bernardo
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12 Setembro 2026
10,0
Chegamos sem reserva, foi a 1 vez, nao fazia ideia que era necessário 😬. Mas mesmo assim fomos recebidos e bem recebidos. A massa a lavrador estava divinal, aquele sabor caseiro, tipo " comida da avó". Havemos de voltar, e não esqueceremos fazer a reserva 😁.
Até breve.
Muito obrigado pela hospitalidade
Paulo Gomes
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10 Setembro 2026
10,0
Comida caseira tudo muito bom
Jose Pires Carvalho
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30 Agosto 2026
8,0
Atendimento muito simpático pela D. Hermínio e seu marido, Sr. Altino.
O prato mais conhecido é o cabrito assado, que não comemos, pois exige marcação prévia. Comida caseira, feita na hora. Não servem diárias, pelo que, há que ligar antes. Marcamos um pouco antes de chegar. Comemos umas entradas compostas por alheira, presunto e queijo e almoçamos costelas de vitela na brasa, acompanhadas por um arroz de tomate feito na hora e uma salada de tomates super saborosos. De sobremesa, um leite creme torrado, como faziam as avós! Tudo muito bom.
Sala de jantar humilde, com vista sobre o vale.
Luis
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28 Agosto 2026
10,0
Incrível local com uma vista idílica, comida caseira feita no momento, num ambiente rústico e familiar. Um tesouro português.
Manuel Morais
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28 Agosto 2026
10,0
Um lugar fora do tempo, do tipo que infelizmente quase não existe mais 😔, culinária autêntica, simples e de alta qualidade.
Uma recepção extraordinária que nos lembra como a simplicidade é bela.
stéphanie léuci
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27 Agosto 2026
10,0
Foi fantástico conhecer a Dona Herminia, seu marido e seu filho. Casa imensamente acolhedora, bons petiscos e muito boa comida. O costeletão de vitela que nos preparou na hora foi fenomenal , para nao falar do leite creme quentinho e caseirinho que comemos que estava otimo. Ainda deu para falar um bocadinho no final do nosso almoço com a Dona Herminia, de tirar uma foto para recordaçao e de dar um beijinho à senhora. Adoramos e recondemamos bastante a quem ainda nao experienciou. 🙂
Pedro Ramalho
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14 Agosto 2026
10,0
Almoço de colegas do 1º Ciclo do ASEB, Santa Marinha do Zêzere, Gestaçô - Baião.
Almoço que decorreu em excelente ambiente a 24/07/2026.
De louvar o serviço prestado pela Senhora Hermínia
Rui Rodrigues
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25 Julho 2026
10,0
Tínhamos este restaurante marcado há muito tempo. A caminho de Chaves, fizemos um desvio para lá passar. Fomos muito bem recebidos.
Chegámos sem marcação, o que é um erro, aviso desde já. Chegámos por volta das 13 e fomos logo questionados se vínhamos almoçar. Disseram-nos que não tínhamos reserva, mas se arranjava qualquer coisa. A própria Dona Hermínia, que também é a cozinheira, foi ver o que conseguia arranjar. Disse que só tinha costeleta. Fiquei apreensiva e perguntei se era de porco; ela respondeu que não, que ali não se come porco. Vieram dois costeletões de vaca fabulosos, um para cada um. Nem consegui comer o meu todo; o meu marido comeu o dele inteiro.
O costeletão veio acompanhado das batatas na sertã, cortadas na hora e feitas diretamente na sertã com azeite, e courgette, tudo cortado à mão. É comida de avó no seu melhor, como faziam as minhas avós, a transmontana e a do Minho . Aquele sabor inconfundível de produto de casa: batatas e courgettes plantadas por eles. Para a salada, foram à horta buscar alface, tomate e pepino na hora.
Uma nota atípica deste restaurante: o preço é fixo e inclui entradas, prato, bebida e sobremesa. A sobremesa, um leite-creme queimado fabuloso, quase não tocámos, de cheios que estávamos. Tudo era grelhado com podas de vinha, rápido e com um sabor a lenha inconfundível.
Éramos os únicos no restaurante. No final, a Dona Hermínia esteve à conversa connosco quase duas horas; contou-nos a sua história, que merece ser ouvida e até escrita. Uma mulher absolutamente imperdível, num sítio lindíssimo. A visita vale pela comida, mas vale ainda mais por toda a envolvente.
hermínia carvalho
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03 Julho 2026
10,0