O único lugar que não é uma armadilha para turistas que encontrei neste trecho, e é um ótimo lugar no topo.
Tudo o que é grelhado é ótimo, especialmente as sardinhas frescas, pelas quais eu já voltei para comer mais.
Mesmo vindo do lado norte do rio, definitivamente vale a pena a viagem de carro ou de balsa.
Amos Kleiman
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04 Julho 2026
10,0
É pena não ser rica e ter um barco!
Teresa Cortez
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24 Abril 2026
10,0
Um garçom que fala francês e comida boa, foi uma ótima experiência antes de pegar a balsa!
Sophie Delay
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15 Abril 2026
6,0
A melhor esplanada de Cacilhas! Comida boa e staff ainda melhor
Inês Flores
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28 Fevereiro 2026
10,0
Ao retornarmos da nossa visita ao Cristo Rei, paramos para almoçar antes de pegar a balsa de volta. Uma grata surpresa: longe dos restaurantes turísticos da praça e ao lado do submarino, tanto a recepção quanto a comida caseira estavam deliciosas. A lula recheada com arroz estava divina. Excelente custo-benefício desde o início da nossa viagem. Atendimento com um sorriso e explicações em francês por parte do garçom. Muito obrigado.
sabine delsaux
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26 Fevereiro 2026
10,0
Sem dúvida o meu café de preferência em Almada! A comida é maravilhosa, desde petiscos a pratos bem compostos, e o staff é muito simpático e atencioso. Seja para almoçar ou tomar o café do dia é um lugar que irei sempre optar!
Irene Valadares
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25 Fevereiro 2026
10,0
É difícil encontrar algo melhor por esse preço. Eu pedi o prato do dia com uma cerveja, o lanche perfeito depois da subida ao Cristo Rei.
Louis M. Pinard
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06 Fevereiro 2026
10,0
Depois de uma tempestade digna de noticiário apocalíptico, quando o país ainda sacudia ramos e telhas, rumei a uma mesa de conforto no Clube Naval de Almada porque o dia iria ser de intensa labuta escolar.
Enquanto o vento ainda afinava os últimos uivos, já deu para ficar na recolhida esplanada porque o astro rei ia fazendo a sua fugaz mas muito apreciada aparição. Por ali, reinava a ordem natural das coisas: calor humano, cheiro a forno e um lombo assado recheado com farinheira que devia ser classificado como património emocional. A carne suculenta, a farinheira no ponto certo (nem tímida, nem espalhafatosa) e as batatinhas assadas a cumprir o seu papel com a dignidade de quem sabe que está ao lado de uma estrela principal.
O CNA é daqueles sítios que não gritam, mas convencem. Acolhedor, sem ser kitsch. Honesto, sem ser aborrecido. Tem esplanada para dias de sol e conversas longas, e uma sala interior com vista para o Tejo e as pequenas embarcações do Clube, perfeita para observar o rio enquanto se reflecte sobre assuntos sérios — como pedir sobremesa mesmo depois de se pensar “não devia”.
E depois há o Paulo. Anfitrião de primeira, daqueles que não servem apenas comida: servem conforto, atenção e aquela sensação rara de estar a comer em casa de um amigo… E, ao fim de semana, ainda o podem ver a assumir o seu estado natural: descalço na grelha, a tratar o peixe e a carne com a calma de quem sabe que o sabor não vem só do fogo, mas também do contacto direto com o chão, o sal da vida e uma confiança absoluta de quem manda no braseiro sem precisar de sapatos.
Conclusão: depois de uma tempestade, há que apaziguar o espírito. De preferência com lombo, farinheira e batatinhas. O resto vai-se fazendo.
Américo Jones
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28 Janeiro 2026
10,0