Absolutamente perfeito, muito bom mesmo. Não parece grande coisa, mas é super saboroso.
Guilheme Rigolio
.
22 Outubro 2026
10,0
Comida deliciosa, culinária portuguesa.
Você também pode comer ao ar livre.
Friedrich Pagel
.
12 Outubro 2026
10,0
As aparências enganam. Jantamos aqui com base nas avaliações, procurando um lugar sem camarão (sou muito alérgica), e acertamos em cheio! A comida estava deliciosa, feita com ingredientes frescos. Pedimos sardinhas e entrecôte, e os acompanhamentos eram os tradicionais: arroz com batatas fritas caseiras, batatas cozidas e pico de gallo. Também fizemos questão de experimentar o vinho da casa. Com certeza voltaremos. Se você procura um restaurante típico português, não precisa procurar mais.
Observação: Somente dinheiro.
Rebeca Fernández
.
25 Setembro 2026
10,0
A espera foi um pouco longa, mas a comida era simples e deliciosa; o peixe grelhado estava incrivelmente fresco e excelente.
Betty S
.
18 Setembro 2026
8,0
O melhor restaurante do Mundo!
Comida pura, ao ar livre, no Verão.
Sempre cheio.
Tudo com calma
Rui Machado
.
13 Setembro 2026
10,0
Adoro este restaurante pela relação qualidade preço, o ambiente, e a localização. No entanto recomendo marcar mesa ou chegar bastante cedo porque o espaço é pequeno
Carlota Protásio
.
08 Setembro 2026
8,0
Estacionamento fácil, comida boa e preços muito razoáveis.
Carmen M.
.
06 Setembro 2026
8,0
Restaurante local. Comida simples mas muito boa, venho cá todos os verões. Demora bastante para servir, mas tudo no Algarve leva o seu tempo
Joana Marli Ramos
.
04 Setembro 2026
10,0
Fiquei confuso mal havia pasto e não era no campo nem havia pasto nem estava justo a mesma altura do pasto passado não sei como mas pelo menos uma refeição a altura justa
Reddy pt
.
01 Setembro 2026
10,0
Já tínhamos ido e saímos felizes. Gostámos das lendárias costelinhas de borrego e, ingénuos, quisemos repetir a experiência. Desta vez, não deixaram.
Só com reservas, que por vezes não aceitam e, às 21h, em pleno agosto, a cozinha já está fechada. Naturalmente. Porque ninguém espera jantar no Algarve às nove da noite de uma sexta-feira de agosto. Um conceito visionário, talvez inspirado no horário das repartições públicas.
Depois há as melgas. Muitas. A solução da casa é igualmente sofisticada: borrifadores de vinagre. Uma espécie de defesa antiaérea artesanal, aplicada até as melgas desistirem ou os clientes perderem a visão.
Ao fim de poucos minutos já ardem os olhos e ficamos impregnados com aromas e notas de cabidela, escabeche e lodo da ria.
Enfim, fomos simplesmente embora, descartados. Sem mesa, sem costeletas, sem grande vontade de encontrar solução.
Desta vez, ficámos apenas com a memória.
Talvez as costeletas de borrego continuem extraordinárias. Talvez sejam tão boas que o restaurante já não precise de clientes, apenas de peregrinos.
Um verdadeiro conceito gastronómico. Não se reserva, não se senta, não se come. Contempla-se a possibilidade.
Ricardo Conceicao
.
22 Agosto 2026
6,0